{"id":1218,"date":"2022-04-13T08:00:48","date_gmt":"2022-04-13T11:00:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/?p=1218"},"modified":"2022-08-31T16:38:10","modified_gmt":"2022-08-31T19:38:10","slug":"estudos-publicados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/2022\/04\/13\/estudos-publicados\/","title":{"rendered":"O que os estudos publicados em 20 de janeiro de 2021 no The New England Journal of Medicine trazem sobre o c\u00e2ncer de mama?"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 20 de janeiro de 2021, dois estudos publicados The New England Journal of Medicine prop\u00f5e uma nova forma de estimar o risco de desenvolvimento do c\u00e2ncer de mama em mulheres que n\u00e3o t\u00eam hist\u00f3rico familiar da doen\u00e7a.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As descobertas sugerem um novo entendimento sobre as muta\u00e7\u00f5es nos genes do c\u00e2ncer de mama. Eles apresentam uma vis\u00e3o mais ampla sobre a aplica\u00e7\u00e3o dos testes gen\u00e9ticos para prevenir a doen\u00e7a, incluindo mulheres abaixo dos 40 anos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com isso, o objetivo \u00e9 aumentar as chances de evitar casos em que se desconbre o c\u00e2ncer de mama em um est\u00e1gio avan\u00e7ado, em que o tratamento n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o eficaz.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para entender mais sobre os estudos publicados e a sua import\u00e2ncia para a maneira como isso afeta o modo que enxergamos o c\u00e2ncer de mama \u00e9 s\u00f3 continuar o texto. Boa leitura!<\/span><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Como a gen\u00e9tica influencia no risco de desenvolver o c\u00e2ncer de mama?<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para come\u00e7ar, \u00e9 preciso entender que o c\u00e2ncer de mama \u00e9 uma doen\u00e7a gen\u00e9tica. No entanto, isso n\u00e3o quer dizer que a doen\u00e7a seja sempre heredit\u00e1ria. Mas sim que o tumor pode se desenvolver em raz\u00e3o de muta\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas que podem provocar a multiplica\u00e7\u00e3o desregulada das c\u00e9lulas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em geral, apenas 10% das muta\u00e7\u00f5es s\u00e3o realmente transmitidas de pais\/m\u00e3es para seus filhos. Esse n\u00famero representa as mulheres que herdaram muta\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas e apresentam o risco de desenvolver o c\u00e2ncer de mama.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Assim sendo, 80% dos casos de c\u00e2ncer de mama ocorrem por muta\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas que n\u00e3o foram herdadas dos pais para as filhas. Ou seja, essas n\u00e3o s\u00e3o heredit\u00e1rias.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por\u00e9m, engana-se quem pensa que as muta\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas s\u00e3o um processo anormal do corpo, em verdade elas s\u00e3o bem comuns e fazem parte do cotidiano de uma c\u00e9lula.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Inclusive o pr\u00f3prio corpo cont\u00e9m mecanismos de controle, para evitar que as muta\u00e7\u00f5es causem consequ\u00eancias graves, como a forma\u00e7\u00e3o de tumores, por exemplo. No entanto, nem sempre esses mecanismos s\u00e3o eficazes, e o c\u00e2ncer acaba se desenvolvendo.<\/span><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">O que se sabia sobre as muta\u00e7\u00f5es que causam o c\u00e2ncer de mama antes dos estudos publicados?<\/span><\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-1252 size-full\" src=\"https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/laboratory-2821207_1920.jpg\" alt=\"O que os estudos publicados em 20 de janeiro de 2021 no The New England Journal of Medicine trazem sobre o c\u00e2ncer de mama?\" width=\"1920\" height=\"1234\" srcset=\"https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/laboratory-2821207_1920.jpg 1920w, https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/laboratory-2821207_1920-300x193.jpg 300w, https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/laboratory-2821207_1920-1024x658.jpg 1024w, https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/laboratory-2821207_1920-768x494.jpg 768w, https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/laboratory-2821207_1920-1536x987.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Antes mesmo da publica\u00e7\u00e3o dos estudos, na verdade h\u00e1 muitos anos, j\u00e1 se sabia que o BRCA1 e o BRCA2 sofrem muta\u00e7\u00f5es e podem apresentar anormalidades em suas fun\u00e7\u00f5es. Quando isso ocorre, abrem brechas no sistema de prote\u00e7\u00e3o do corpo que atua como um antitumor, permitindo que ele se desenvolva.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Entendia-se que as muta\u00e7\u00f5es desses dois genes aparentavam ser as respons\u00e1veis por aproximadamente 10% dos casos totais de c\u00e2ncer de mama, incluindo os casos de c\u00e2ncer de mama em homens.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por isso, quando se encontrava de maneira precoce muta\u00e7\u00f5es, automaticamente relacionava com um caso de alto risco de c\u00e2ncer de mama para mulheres mais jovens.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os testes gen\u00e9ticos anteriores mostravam que mulheres com altera\u00e7\u00f5es no gene BRCA1 eram at\u00e9 85% mais vulner\u00e1veis a terem a doen\u00e7a futuramente. Enquanto isso, a muta\u00e7\u00e3o encontrada no gene BRCA2, estimava-se que o risco da doen\u00e7a era de 45%.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Muitos estudos refor\u00e7aram essa suspeita por anos. Mais de 1000 muta\u00e7\u00f5es no gene BRCA1 j\u00e1 foram identificadas e a maioria foi associada ao aumento de risco de c\u00e2ncer de mama, especialmente entre mulheres.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J\u00e1 o BRCA2 tinha mais de 800 muta\u00e7\u00f5es identificadas, no qual a maioria tamb\u00e9m significava aumento do risco de desenvolver c\u00e2ncer de mama.<\/span><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">O que os estudos publicados dizem?<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os dois estudos publicados pela The New England Journal of Medicine em 20 de janeiro de 2021 traz um novo modo de enxergar como os genes que se multiplicam de forma descontrolada influenciam no desenvolvimento de c\u00e2ncer de mama em mulheres que n\u00e3o t\u00eam hist\u00f3rico da doen\u00e7a na fam\u00edlia.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-1253\" src=\"https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/periodic-table-3014163_1920.jpg\" alt=\"O que os estudos publicados em 20 de janeiro de 2021 no The New England Journal of Medicine trazem sobre o c\u00e2ncer de mama? \" width=\"1920\" height=\"1008\" srcset=\"https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/periodic-table-3014163_1920.jpg 1920w, https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/periodic-table-3014163_1920-300x158.jpg 300w, https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/periodic-table-3014163_1920-1024x538.jpg 1024w, https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/periodic-table-3014163_1920-768x403.jpg 768w, https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/periodic-table-3014163_1920-1536x806.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Estes foram estudos com grande amostragem, ou seja, utilizaram um grande n\u00famero de estudos epidemiol\u00f3gicos anteriores, 17 para ser exato. Os testes realizados nos Estados Unidos e re\u00fanem dados de testes gen\u00e9ticos de mais de 65 mil mulheres.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Metade delas estava com c\u00e2ncer e a outra metade sem. O segundo estudo aconteceu no Reino Unido, e reuniu mais de 100 mil pessoas, das quais cerca de 60 mil eram mulheres com c\u00e2ncer de mama.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como resultado, os dois apontaram que al\u00e9m dos genes j\u00e1 conhecidos, BRCA1 e BRCA2, a lista de genes que vem ser monitorados possui outros: PALB2, BARD1, RAD51C, RAD51D, CHEK2, ATM.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A informa\u00e7\u00e3o \u00e9 importante pois aumenta o n\u00famero de mulheres que devem ficar sob vigil\u00e2ncia. Assim, aumentam as chances de detectar de forma precoce a doen\u00e7a em outras mulheres, ainda que jovens e sem hist\u00f3rico da doen\u00e7a na fam\u00edlia.<\/span><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Como identificar o c\u00e2ncer de mama precocemente\u00a0\u00a0<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Detectar o c\u00e2ncer de mama precocemente \u00e9 important\u00edssimo para a recupera\u00e7\u00e3o da paciente. Isso porque, quando diagnosticado no est\u00e1gio inicial, as chances do tratamento dar certo aumentam at\u00e9 90%.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Assim, recomenda-se que todas as mulheres comecem a frequentar o m\u00e9dico mastologista no in\u00edcio da adolesc\u00eancia, quando as mamas come\u00e7am a desenvolver.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E mulheres com mais de 40 anos devem realizar a mamografia pelo menos uma vez por ano. Dependendo do caso, o profissional ir\u00e1 determinar com qual frequ\u00eancia a paciente deve repetir o exame.<\/span><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Conclus\u00e3o<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em resumo, os estudos publicados nos mostram a import\u00e2ncia de se prevenir independentemente da idade e hist\u00f3rico familiar. Para mais informa\u00e7\u00f5es sobre mastologia e c\u00e2ncer de mama n\u00e3o deixe de acompanhar nosso blog.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-1254\" src=\"https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/table-2723873_1920.jpg\" alt=\"O que os estudos publicados em 20 de janeiro de 2021 no The New England Journal of Medicine trazem sobre o c\u00e2ncer de mama? \" width=\"1920\" height=\"1276\" srcset=\"https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/table-2723873_1920.jpg 1920w, https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/table-2723873_1920-300x199.jpg 300w, https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/table-2723873_1920-1024x681.jpg 1024w, https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/table-2723873_1920-768x510.jpg 768w, https:\/\/www.ricardoqueiroga.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/table-2723873_1920-1536x1021.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 20 de janeiro de 2021, dois estudos publicados The New England Journal of Medicine prop\u00f5e uma nova forma de estimar o risco de desenvolvimento do c\u00e2ncer de mama em mulheres que n\u00e3o t\u00eam hist\u00f3rico familiar da doen\u00e7a.\u00a0 As descobertas sugerem um novo entendimento sobre as muta\u00e7\u00f5es nos genes do c\u00e2ncer de mama. 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